Todos os mares me invadem como uma tisuname destroi uma ilha indefesa...
Por isso acabo me confundindo continuamente.. Mas existe progresso em mim: aprendi a não sofrer por isso.
Se no final somos todos enganados de algum jeito, que custa eu própria tomar a frente e decidir pelo que eu quero acreditar?
Afinal, QUASE Tudo é válido pra que num mundo de tristezas vc se SINTA um pouquinho menos infeliz.
Não acho que a ilha - tadinha! - seja enganada pelo mar. Ao contrário! É a ilha que sobrepõe, que fica-por-cima, que emerge. Se tudo é válido neste ondulado mundo de tristezas, inventar regras mais cantáveis, alegres e expressivas soa-me como a melhor melodia a ser executada... :)
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