Cartas e mais cartas!
Muitas delas nem chegam a quem se destinam, ficam a boiar, a navegar dentro de garrafas em alto mar. Outras, nem se quer papel encontram para repousar, navegam no desejo de uma dia serem declamadas.
Este deve ser o prazer de ser carta, transbordar emoção sem saber a que, ou a quem, se destina, na verdade... sabe! No entanto, desconhece seu destino!
A carta enquanto filosofia de vida! :)
ResponderExcluirJá estou até vislumbrando os artigos, livros, seminários, sistemas teóricos e academicismos afins que uma tal coisa renderia. Caso não, a gente vai amando, sofrendo, chorando e dizendo em nossas próprias epístolas pessoais... Tenham elas objetivo ou não... ;)