Sem sentido e sem razão!

sjtkyar hrguiashrt ha rtajoptawj wpotpawh4tuwi gj igh yiweb aywaio4ut oiawythr urwigaf as gtu sah´t u aoi tah fhgafg dsgbsao~ir nokfshgasur soihrta oasryhtashb a´foa hgiharf.

Paro a observar o que o acaso gerou, colocar ordem no caos, mas por que, por que não consigo? Se tudo tem uma ordem, se tudo tem uma razão.
Será que aí é onde está o meu erro, pois ao invés de viver, tento entender a vida? O que seria mais importante a prática ou a teoria, a essência ou a existência?

Para mim agora tanto faz, o instante é o agora, e o agora não é mais.

Encerro-me, como comecei, sem sentido e sem razão.

gasfdkhga nbf caiurya nrcfvf jksef aserasoe safwa zueyac sfuaslr7baf lae x!!#!¨#!$!#&@s jfc kjJK

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