Estamos acostumados apenas a atravessar as avenidas da vida, sem entrar nas entranhas dos conjuntos e conhecer a essência dos territórios, cada um com sua particulariedade: o jardim que o enfeita, a lógica de suas ruas ou até sua falta de capricho.
Por isso que admiro os ônibus que adentram nas ruelas para buscar à todos e levarem ao seus destinos.
Vamos ser todos ônibus e conhecer as belezas ao redor.
Eu tinha que voltar..
e eu senti sede.
uma sede como nunca mais havia sentido. sede daquelas que a gente sacia com sanidade. ou seria com loucura?
uma sede como nunca mais havia sentido. sede daquelas que a gente sacia com sanidade. ou seria com loucura?
Sem sentido e sem razão!
sjtkyar hrguiashrt ha rtajoptawj wpotpawh4tuwi gj igh yiweb aywaio4ut oiawythr urwigaf as gtu sah´t u aoi tah fhgafg dsgbsao~ir nokfshgasur soihrta oasryhtashb a´foa hgiharf.Paro a observar o que o acaso gerou, colocar ordem no caos, mas por que, por que não consigo? Se tudo tem uma ordem, se tudo tem uma razão.
Será que aí é onde está o meu erro, pois ao invés de viver, tento entender a vida? O que seria mais importante a prática ou a teoria, a essência ou a existência?
Para mim agora tanto faz, o instante é o agora, e o agora não é mais.
Encerro-me, como comecei, sem sentido e sem razão.
gasfdkhga nbf caiurya nrcfvf jksef aserasoe safwa zueyac sfuaslr7baf lae x!!#!¨#!$!#&@s jfc kjJK
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