Por que ficamos com raiva quando isto acontece? Por que colocamos a culpa no computador que travou, na energia que faltou ou no desavisado que fechou o editor de texto sem salvar? Se a culpa é nossa, já que fomos omissos em não guardar o que era importante para nós.
Juntando este acontecimento e esta frase de Gibran “Pois assim tem sido sempre com o amor: ele só conhece a sua profundidade na hora da separação” descobri que só nos lembramos de salvar quando já é tarde demais, salvar aquele belo entardecer, as gotas da chuva em nosso rosto, uma boa conversa e até mesmo aquele arquivo que começamos a digitar a cinco minutos atrás.
Falando nisso, deixe eu salvar este arquivo.
Salve enquanto pode, porque nem sempre terá tempo para redigitar o que foi perdido.

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